Durante minha campanha para a prefeitura da cidade de São Paulo, pessoas imbuídas de má fé e comprovadamente ligadas a outras siglas, inventaram 31 motivos para não votar em mim. Porém para cada um destes motivos infundados, tenho respostas baseadas em fatos e provas. Confira:

Fui membro do Partido Progressista durante muitos anos e rompi com Paulo Maluf por não concordar com suas práticas. Eu nunca tive padrinho político. Tenho meu próprio trabalho em defesa do consumidor. Sinto orgulho em trabalhar na Rede Record, sou católico e respeito muito a Igreja Universal, assim como todas as denominações religiosas. Separo a política da religião, pois estamos num estado laico. O PRB tem membros da Universal, mas não é um partido da igreja. Não é um partido nanico e, hoje, lidera um bloco de nove partidos na Câmara dos Deputados sendo a quarta maior força.

 

 

Resposta à afirmação enganosa a seguir:

25) Você sabia que depois de romper com Maluf, Russomanno se aliou à Igreja Universal do Reino de Deus? Depois de 15 anos ao lado de Paulo Maluf, o ex-deputado Celso Russomanno, rompeu os laços com o padrinho e deixou o PP para se filiar ao PRB, sigla controlada pela Igreja Universal. O apresentador de TV tem um perfil distante do estilo de vida pregado pelos evangélicos: namorou capas da “Playboy” e começou a carreira vendendo fitas com cenas picantes do carnaval. O plano da Universal para Russomanno é claro: usar sua popularidade para repetir em São Paulo seu sucesso no Rio com Marcelo Crivella. Profissionais vinculados à TV Record e a Universal coordenam suas campanhas.

 

Foto: Douglas Gomes